Boa noite pessoal...
Enquanto aguardamos a definição de uma data pra gente poder ir ao Playcenter, coloco a seguinte pergunta no ar: quem estará em Jundiaí nos dias do feriadão??? Podemos já ir pensando em algo...
No fds passado fui viajar com meus amigos da facul! Novamente fomos até a cidade de São Carlos pra passar o fds na chácara de um dos kras, falando besteira, comendo churrasco e jogando bola!!! Foi bem bacana o fds, diferente, valeu a pena...
Nesse fds atual, que se encerrou ontem, também fiz coisas bacanas... assisti o filme novo do Casseta & Planeta (particularmente achei melhor que o primeiro...) e também assisti a peça "Beijo no Asfalto" de autoria do Nelson Rodrigues, no Teatro Tim (D. Pedro, Campinas/SP). Detalhe bacana foi que conseguimos (Glen e eu) entradas para a primeira fila... foi muito patrão nosso lugar!!! huahauhua... A peça estará em cartaz até o começo de Outubro; fica aí minha dica a todos os que moram na região! O desfecho da peça é realmente inesperado!!!! No final colocarei um resumo do enredo da peça, extraído do site do teatro (www.teatrotim.com.br), onde vocês poderão obter mais informações!!!
Como já havia dito no comentário do post abaixo, do Mave, logo logo estarei confirmando a vocês as datas e preços das festas da minha formatura, que já está chegando... será em novembro (para os possíveis desavisados)!
Galera, fico por aqui... e desejo a todos uma boa semana!!!
E tenho dito!
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Enredo - "Beijo no Asfalto"
O texto foi escrito por Nelson em 1961, quando Fernanda Montenegro insistiu para que ele escrevesse uma peça para o seu grupo de atores. Apesar de contar com uma estrutura simples, “Beijo no Asfalto” aborda temas como intrigas, dúvidas, sensacionalismo, manipulação da mídia e a fragilidade humana.
Um atropelado, antes de morrer, pede ao desconhecido Arandir que lhe dê um beijo na boca. A partir daí segue-se uma trama de intrigas e mentiras. Um repórter presencia a cena e percebe, naquele acontecimento, a notícia do ano. No dia seguinte, o jornal estampa o caso em manchetes e na cidade ninguém fala em outro assunto. Arandir vira motivo de chacota no emprego e acaba tendo que se demitir. Logo, toda a cidade está acreditando em seu homossexualismo, inclusive sua esposa Selminha.
Quando a história ameaça esfriar, o repórter transforma o caso num crime e reúne indícios para provar que Arandir era amante do atropelado e, num ato de loucura, jogou-o contra o ônibus. Nesta história, o único homem honesto é Arandir, justamente a vítima. Como ferrenho pessimista que era, Nelson Rodrigues “pintou um quadro” onde apenas algumas pessoas conseguem destruir a vida inteira de um homem inocente. E, ainda por cima, sem muito esforço.
Emílio Orciollo Netto comenta o caráter atual da trama. “Vivemos num mundo onde a mídia tem influência direta na vida das pessoas. Até que ponto a mídia, os jornais podem modificar a vida de um homem? Nelson Rodrigues já falava disso há 40 anos”, completa.
04 setembro 2006
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5 comentários:
Kras, estou sem sono... sem nada pra fazer! Andei revirando os nossos arquivos do blog e acreditem: como é legal reler as estórias do povo!!! Os comentários então, nem se fale!!!
É isso: escrevam, comentem, leiam!
Fala Gabriel!!
As vezes tb releio as histórias para ver como as coisas mudam rápido.
Estou mais ansiosa do que nunca para ir a playcenter já que é um passeio inédito para mim...alguém sabe a que horas é o casamento que o Cris tem no dia 16?
Vamos decidir logo galera.
Bjs
fala bizarro...
temos q confirmar logo as datas das nossas formaturas antes q o povo fique com o pé mole pra ir...
Fala...
faz tempo q não vou ao teatro! é muito legal....
meu casorio dia 16 é à tarde. bom, que iria dizer é q vc PODEM ir dia 16, infelizmente nao poderei acompanhá-los, apesar de querer, mas, fazer o q...
abraços.
Curtura poca é bobage.
Teatro, filme, agora só falta a dica de livro.
O que recomenda doutor?
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